“Ser Feliz é uma escolha…”

  1. Não guarde rancor.

    As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer do que deixar seus sentimentos negativos dominarem seus sentimentos positivos. Guardar rancor tem um monte de efeitos prejudiciais sobre o seu bem-estar, incluindo aumento da depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar alguém que o ofendeu ter poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.

    2. Trate a todos com bondade.

    Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Toda vez que você realizar um ato altruísta, seu cérebro produz serotonina, um hormônio que facilita a tensão e eleva o seu espírito. Não só isso, mas tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito, também permite que você construa relacionamentos mais fortes.

    3. Veja os problemas como desafios.

    A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação instável, quando um desafio é visto como algo positivo, como uma oportunidade, uma tarefa. Sempre que você enfrentar um obstáculo, tente olhar para isso como um desafio.

    4. Expresse gratidão pelo que já têm.

    Há um ditado popular que diz algo assim: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se você contar suas bênçãos em vez de ansiar para o que você não tem .

    5. Sonhe grande.

    As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos do que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai colocar você em uma atitude focada e positiva.

    6. Não se preocupe com as pequenas coisas.

    As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema importa daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para ficar preocupado com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai definitivamente colocar você à vontade para desfrutar das coisas mais importantes na vida.

    7. Fale bem dos outros.

    Ser bom é melhor do que ser mau. Fofocar pode ser divertido, mas geralmente deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as outras pessoas o encoraja a pensar positivo, sem se preocupar em julgar as ações de outras pessoas.

    8. Não procure culpados.

    As pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos na vida. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazer isso, elas proativamente tentam mudar para melhor.

    9. Viva o presente.

    As pessoas felizes não vivem no passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Elas se deixam envolver em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.

    10.Acorde no mesmo horário todos os dias.

Você já reparou que um monte de pessoas bem sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário todas as manhãs estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e coloca-o em um estado calmo e centrado.

  1. Não se compare aos outros.

    Todos trabalham em seu próprio ritmo, então por que se comparar com os outros? Se você acha que é melhor do que outra pessoa ganha um sentido saudável de superioridade. Se você acha que alguém é melhor do que você acaba se sentindo mal sobre si mesmo. Você vai ser mais feliz se concentrar em seu próprio progresso.

    12. Escolha seus amigos sabiamente.

    A miséria adora companhia. É por isso que é importante cercar-se de pessoas otimistas que vai incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva que você tem em torno de você, melhor vai se sentir.

    13.Não busque a aprovação dos outros.

    As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Elas seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los. Elas entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.

    14. Aproveite seu tempo para ouvir.

    Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais intensamente você ouve, mais silencioso sua mente fica e mais conteúdo você absorve.

    15. Cultive relacionamentos sociais.

    Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. As pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.

    16. Medite.

    Ficar no silêncio ajuda você a encontrar a sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes em qualquer lugar e a qualquer hora que elas precisam acalmar seus nervos.

    17. Coma bem.

    Tudo que você come afeta diretamente a capacidade do seu corpo produzir hormônios, o que vai ditar o seu humor, energia e foco mental. Certifique-se de comer alimentos que irão manter sua mente e corpo em boa forma.

    18. Faça exercícios.

    Estudos têm demonstrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade. Exercício também aumenta a sua auto-estima e dá uma maior sensação de auto-realização.

    19. Viva com o que é realmente importante.

    As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que coisas extras em excesso os deixam sobrecarregados e estressados. Alguns estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes do que os americanos, o que é interessante porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos ítens.

    20. Diga a verdade.

    Mentir corrói a sua auto-estima e faz você antipático. A verdade o libertará. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca peça desculpas por isso.

    21. Estabeleça o controle pessoal.

    As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas nao deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e um grande senso de auto-estima.

    22. Aceite o que não pode ser alterado.

    Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Em vez de ficar obcecado sobre como a vida é injusta, se concentre apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.

 Essa é uma tradução do texto da Chiara Fucarino

 

 

 

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Hoje é dia de limpar a casa emocional…

É dia de abrir as caixas e decidir: Essas lembranças eu quero guardar… Essas alegrias irei retribuir… Essas mágoas jogarei fora…

Hoje é dia de esvaziar gavetas… Desfazer-se dos entulhos das lamentações… Dos apegos a tudo aquilo que não volta mais… Das tristezas acerca do que deixou de ser…

Hoje é dia de abrir os armários e filtrar os sentimentos… De sorrir diante dos objetos que marcaram momentos únicos e incríveis… De se emocionar com fotos que registraram nossas existências sendo bem vividas… De vibrar com os bilhetes de amizade e de amor que felizmente guardamos.

Hoje é dia de colorir a casa com flores… De ouvir as nossas músicas preferidas e as novas músicas que nos encantam… De dançar e sorrir no meio da sala embalados pelas boas lembranças e pelos mais belos sonhos… De sentir o amor invadir o coração e a paz invadir o lar…

Hoje é dia de limpar… Organizar… Relembrar… Hoje é dia de decidir o que fica e o que parte… Hoje é dia de escolher com qual parte de nós desejamos ficar… Hoje é dia de comemorarmos o que já fomos, o que somos e o que ainda seremos!

 

                                                                                          Por Lígia Guerra

 

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Obesidade e transtornos alimentares

O Mundo – O que caracteriza os Transtornos Alimentares?

Elisa Padovan – Os transtornos alimentares (TA) caracterizam-se por variações de peso que vão desde a caquexia (perda de peso extrema) à obesidade mórbida. Até a década de 70, a anorexia nervosa era o único TA conhecido e mesmo assim, muito pouco falado. Somente nove anos depois a bulimia nervosa foi reconhecida como uma patologia isolada. A partir de então o olhar dos profissionais foi voltado a esse tema, sendo possível delimitar outros transtornos alimentares, tais como o transtorno de compulsão alimentar e a síndrome do comer noturno. Exceto a anorexia nervosa, todos os outros TA podem estar presentes na obesidade. Com mais espaço ao tema, também foi possível delimitar os fatores de risco predisponentes para o desenvolvimento dos distúrbios alimentares, dentre eles, as influências culturais tais como o culto à magreza e o engajamento em dietas ganharam destaque especial.

OM – Quais aspectos subjetivos estão nos transtornos alimentares? 

EP – De acordo com as teorias psicodinâmicas, sintoma é a expressão fenomenológica dos processos mentais inconscientes. Os sintomas alimentares são considerados como expressão de mecanismos ligados à oralidade, situada nos primeiros estágios do desenvolvimento. Constituem nessa visão, formas concretas de expressar conflitos e ansiedades que não passaram por uma elaboração e que dentre outras formas, podem se manifestar através dos distúrbios alimentares.

OM – Quais características se destacam nos pacientes com síndromes alimentares? 

EP – Estudos indicam que pessoas com transtorno da compulsão alimentar (TCA) têm maior probabilidade de responder através da alimentação a afetos e situações que causam tensões emocionais. Os pacientes citam algumas condições mais facilitadoras para o desencadeamento da compulsão alimentar, tais como: solidão, tédio, raiva, ansiedade e estresse. Importante ressaltar que não há um único padrão de funcionamento subjacente aos pacientes com transtornos alimentares. Mesmo que haja similaridades do ponto de vista etiológico, as compulsões alimentares ocorrem sobre as mais variadas situações e cada paciente relata de forma subjetiva como vivencia e lida com esse sintoma.

OM – Quando presente a compulsão alimentar no TA, a mesma gera algum  sofrimento? 

EP – Sim, o sofrimento está, em grande parte, relacionado com a insatisfação e a dificuldade que a pessoa encontra para alcançar o peso e forma corporal idealizada. Em muitos dos casos, o paciente preenche a falta ou a perda de algo que é importante para ele, com o alimento. Um exemplo disso é quando relata que após uma discussão, morte de ente querido, separação, brigas, ou frustrações, apresenta piora dos episódios de compulsão alimentar. Muitos relatam sentir momentaneamente melhora da angústia relacionada à perda quando comem de maneira compulsiva. O que se transforma num ciclo repetitivo, pois, após o episódio de compulsão, sentem-se culpados pelo descontrole e novamente angustiam-se e um novo episódio compulsivo pode se iniciar.

OM – Quando se faz necessário medicar? 

EP – O tratamento farmacológico pode ser considerado no paciente com transtorno alimentar. A escolha deve basear-se na história clínica, além de exame físico e mental do paciente. Dentre as medicações disponíveis, os inibidores seletivos da recaptação de serotonina são bem estabelecidos no tratamento dos transtornos alimentares. Podem auxiliar na redução do número dos episódios compulsivos, bem como dos sintomas purgativos. Também podem ser indicados na presença de comorbidades como transtornos depressivos e/ou ansiosos. A medicação pode promover uma discreta melhora da impulsividade e do humor, mas vale destacar que os sintomas estão ligados a fatores subjetivos complexos.

OM – E no caso da cirurgia bariátrica, como se faz essa avaliação?

EP – Quando um paciente é candidato a realizar uma cirurgia bariátrica, ele deve ser avaliado pela equipe multidisciplinar e estar preparado para passar pelas mudanças que esta cirurgia implicará. No caso de obesos que apresentam transtornos alimentares associados à obesidade, quando não trabalhada a compulsão, muitas vezes vão retomar o peso perdido ao longo de alguns anos ou podem desenvolver outras doenças que ocorrem também pela via da impulsividade, tais como jogo patológico, dependência de álcool e drogas, compras compulsivas ou transtornos sexuais. Em todos os casos citados, a falha terapêutica pode ser evitada quando o paciente tem um acompanhamento psicológico. Isso, porque, através desse acompanhamento será privilegiada a maneira como o paciente lida com seus afetos e os associa com sua compulsão. É de extrema importância que o paciente seja abordado por uma equipe multidisciplinar, de maneira que o acompanhamento nutricional e psicológico seja estabelecido. Quando isso não é feito, há a possibilidade que a compulsão desloque para outras áreas e apenas troque de sintoma.

OM – Em sua opinião qual terapêutica pode apresentar uma eficácia nos Transtornos Alimentares?

EP – A imposição de dietas restritivas e controles de comportamento ocorrem com muito esforço por parte do paciente. São condutas que não se mostram efetivas e nem sustentadas por muito tempo, tornando o transtorno de difícil manejo. É importante a pessoa se escutar na relação que estabelece com o alimento, ao que esse sintoma  está vindo responder e à forma como a ansiedade e angústia estão aí presentes. É um convite para uma relação mais prazerosa e responsável com o seu próprio corpo e um caminho para uma mudança de postura.

 

Elisa Padovan Camillo é psiquiatra formada pelo Hospital do Servidor Público Estadual e membro da equipe do Instituto da Psicanálise Lacaniana – IPLA.

Data de publicação: 09/04/2015

 

Fonte: http://psicanaliseeamor.com.br/obesidade-e-transtornos-alimentares/

 

 

 

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Cuidado ao falar mal dos outros: você não será a exceção

“A coisa mais ofensiva que seu pior inimigo pode jogar na sua cara não se compara com o que seus amigos mais íntimos falam sobre você pelas costas.”

Muitos de nós somos confidentes e amigos de pessoas que continuamente falam sobre a vida dos outros, como se algum poder divino tivesse lhes dado essa autoridade. Eles não o fazem de uma maneira que poderíamos chamar de “casual”, mas para eles a hipocrisia é um recurso habitual na comunicação, que os serve indiretamente para reforçar seus valores buscando a cumplicidade do outro no que eles criticam.

Esse reforço funciona pela oposição, se o outro estiver de acordo comigo naquilo que eu também odeio estará no que eu defendo, no que eu considero ser. Assim, esse hábito é típico de mentes inseguras, que com palavras sobre os outros buscam nada mais do que espantar os fantasmas.

Além disso, as pessoas com esse hábito não falam de maneira geral nem aludem a detalhes irrelevantes. Eles dizem intimidades, julgam e narram histórias que foram reveladas por acaso ou descuido, mas que não deixam de pertencer à privacidade de alguém e, portanto, a um lugar em que ninguém deve entrar sem o consentimento do outro.

Como detectar a hipocrisia do nosso meio ambiente

Não é estranho que acreditemos que entre nosso círculo de amigos não há ninguém que nos critique. Se pensássemos de outra forma, não os teríamos como amigos. Com exceções, é claro, porque há aqueles que gostam de masoquismo nesse sentido também. Eles adoram falar sobre eles, mesmo que seja errado e com intenção.

Agora, o normal é que não nos sentimos felizes quando percebemos que alguém nos usa como um saco de pancadas nas costas. Mais se é alguém com quem temos confiança e com quem partilhamos uma certa intimidade. Isso acontece muito em casais, em que um dos dois, para desabafar seus amigos ou amigos, não é incomum em algum momento colocar o outro “a drenar”.

“A coisa mais ofensiva que seu pior inimigo pode jogar na sua cara não se compara com o que seus amigos mais íntimos falam sobre você pelas costas.” -Alfred de Musset-

Considerando isso, assumindo que somos humanos, é categórico demais dizer que todo mundo que fala mal dos outros em algum momento é hipócrita.

Se nenhum de nós tivesse um amigo fiel, apoio sincero para lidar com esses maus momentos, eles seriam duplamente amargos. Portanto, cada um de nós pode comentar algo negativo sobre as pessoas que nos rodeiam com alguém que consideramos digno de nossa confiança.

Dizer a outra pessoa o que nos acontece com os outros não é hipocrisia, poderíamos dizer que ela cumpre uma função vital no ser humano. Mas, obviamente, há certas linhas vermelhas que podem nos dar pistas de que começamos a viver em um ambiente de hipocrisia.

A hipocrisia se revela se você souber distinguir seus detalhes

Qualquer reclamação sobre o comportamento que nos altera dos outros deve passar por uma série de fases. Eles não são regulatórios, mas são éticos. Se alguém faz algo que me enerva ou incomoda, em primeiro lugar, é bom que tentemos resolver esse aspecto com essa pessoa.

Se, em vez de tentar resolver o problema diretamente, começamos a relatar as falhas da pessoa que nos causam desconforto com outras pessoas em nosso ambiente compartilhado; começamos a desenhar as linhas vermelhas do que chamamos de hipocrisia.

Dizer a várias pessoas em seu ambiente o quanto você se sente mal com alguém e depois agir como se nada tivesse acontecido em uma reunião social não resolve a situação. Pelo contrário, você intoxica os outros e a si mesmo.

Isso pode acontecer algumas vezes, mas se isso se tornar o tom geral, pense que você está adquirindo um mau hábito para parar sua frustração. Se você notar esse mau hábito em alguém em seu ambiente, pode ser hora de estar alerta, o que não é para ser defensivo.

Quando a hipocrisia se eleva e se torna o verdadeiro mal

Dissemos que há linhas vermelhas finas para detectar a hipocrisia, que às vezes é sutil e difícil de assumir. No entanto, em outros momentos, começa a ser uma característica tão evidente em outros que já não vale a pena estar alerta. É hora de parar de ser iludido, não importa quanto custa, não importa o quanto dói.

Tanto quanto nos custa acreditar, falar mal dos outros vende. Envolva-se, jogue. Há pessoas que, por causa de seus déficits em habilidades sociais reais, usam conversas referentes à vida de outras pessoas para atrair e obter atenção do restante.

Mentiras completamente elaboradas, rumores infundados, detalhes íntimos contados em uma mesa de bar sem o menor decoro. Já não há linhas vermelhas, os limites já foram confusos: descobrimos que não se trata apenas de hipocrisia. Aquela pessoa que consideramos uma amiga começa a falar sobre outras pessoas em nosso ambiente de uma maneira verdadeiramente prejudicial, sem mostrar o menor grau de arrependimento.

Aquela pessoa que consideramos um amigo, começa a mostrar seu lado sombrio com os outros, mas nos recusamos a pensar que isso pode acontecer conosco. Até percebermos que fala com verdadeira maldade, perante um público atento, uma pessoa que tenha o mesmo relacionamento de confiança que você compartilha com ele. O momento da vigilância passou: afaste-se dessa pessoa.

Viver e cercar-se de pessoas autênticas é a recompensa por não praticar a hipocrisia

Ninguém vai recompensá-lo por tentar se livrar da hipocrisia do seu ambiente. Ninguém vai decorar você com uma medalha por não entrar em um jogo sujo que alguém coloca em uma bandeja de prata. Muito pelo contrário, você corre o risco de perder o contato com certos conhecidos, você será vítima de dúvidas e muitos questionarão sua atitude.

Coloque limites ao relacionamento com pessoas totalmente tóxicas, que não apenas praticam a hipocrisia, mas ferem quando podem e querem é difícil, mas quando essa pessoa faz parte de sua privacidade. Não é por acaso que, no abuso psicológico, aqueles que saem nunca são vencedores.

O mais conveniente nestes casos, para sua própria saúde emocional, é não entrar em um jogo ainda mais sujo: não tente revelar aos outros a hipocrisia do outro, cada um deve ser responsável o suficiente para remover “a venda” com autonomia. e independência. Você já teve o bastante.

No final do dia, viver sem estar rodeado de hipocrisia tem uma recompensa implícita em si: você vai viver mais cercado pelo oposto. Pessoas saudáveis ​​com corações limpos ao seu redor, você terá muito mais espaço para elas. Com o tempo, a raiva desaparecerá e até mesmo um sentimento de compaixão irá dominá-lo. Você terá passado o luto da raiva para alcançar a mais absoluta das indiferenças.

Você aprenderá uma grande lição: devemos ter cuidado com quem fala e prejudica pelas costas dos outros. Logo você poderia se ver com a mesma adaga nas costas, sem saber quem te fez sangrar; mas a experiência é um diploma e você saberá como se virar no tempo para mostrar seu coração com coragem antes do ataque do outro. Pode ser que apenas naquele momento ele esteja ciente da baixeza de suas ações.

FONTE:https://www.psicologiasdobrasil.com.br/cuidado-ao-falar-mal-dos-outros-voce-nao-sera-a-excecao/

 

 

 

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