Obesidade e transtornos alimentares

O Mundo – O que caracteriza os Transtornos Alimentares?

Elisa Padovan – Os transtornos alimentares (TA) caracterizam-se por variações de peso que vão desde a caquexia (perda de peso extrema) à obesidade mórbida. Até a década de 70, a anorexia nervosa era o único TA conhecido e mesmo assim, muito pouco falado. Somente nove anos depois a bulimia nervosa foi reconhecida como uma patologia isolada. A partir de então o olhar dos profissionais foi voltado a esse tema, sendo possível delimitar outros transtornos alimentares, tais como o transtorno de compulsão alimentar e a síndrome do comer noturno. Exceto a anorexia nervosa, todos os outros TA podem estar presentes na obesidade. Com mais espaço ao tema, também foi possível delimitar os fatores de risco predisponentes para o desenvolvimento dos distúrbios alimentares, dentre eles, as influências culturais tais como o culto à magreza e o engajamento em dietas ganharam destaque especial.

OM – Quais aspectos subjetivos estão nos transtornos alimentares? 

EP – De acordo com as teorias psicodinâmicas, sintoma é a expressão fenomenológica dos processos mentais inconscientes. Os sintomas alimentares são considerados como expressão de mecanismos ligados à oralidade, situada nos primeiros estágios do desenvolvimento. Constituem nessa visão, formas concretas de expressar conflitos e ansiedades que não passaram por uma elaboração e que dentre outras formas, podem se manifestar através dos distúrbios alimentares.

OM – Quais características se destacam nos pacientes com síndromes alimentares? 

EP – Estudos indicam que pessoas com transtorno da compulsão alimentar (TCA) têm maior probabilidade de responder através da alimentação a afetos e situações que causam tensões emocionais. Os pacientes citam algumas condições mais facilitadoras para o desencadeamento da compulsão alimentar, tais como: solidão, tédio, raiva, ansiedade e estresse. Importante ressaltar que não há um único padrão de funcionamento subjacente aos pacientes com transtornos alimentares. Mesmo que haja similaridades do ponto de vista etiológico, as compulsões alimentares ocorrem sobre as mais variadas situações e cada paciente relata de forma subjetiva como vivencia e lida com esse sintoma.

OM – Quando presente a compulsão alimentar no TA, a mesma gera algum  sofrimento? 

EP – Sim, o sofrimento está, em grande parte, relacionado com a insatisfação e a dificuldade que a pessoa encontra para alcançar o peso e forma corporal idealizada. Em muitos dos casos, o paciente preenche a falta ou a perda de algo que é importante para ele, com o alimento. Um exemplo disso é quando relata que após uma discussão, morte de ente querido, separação, brigas, ou frustrações, apresenta piora dos episódios de compulsão alimentar. Muitos relatam sentir momentaneamente melhora da angústia relacionada à perda quando comem de maneira compulsiva. O que se transforma num ciclo repetitivo, pois, após o episódio de compulsão, sentem-se culpados pelo descontrole e novamente angustiam-se e um novo episódio compulsivo pode se iniciar.

OM – Quando se faz necessário medicar? 

EP – O tratamento farmacológico pode ser considerado no paciente com transtorno alimentar. A escolha deve basear-se na história clínica, além de exame físico e mental do paciente. Dentre as medicações disponíveis, os inibidores seletivos da recaptação de serotonina são bem estabelecidos no tratamento dos transtornos alimentares. Podem auxiliar na redução do número dos episódios compulsivos, bem como dos sintomas purgativos. Também podem ser indicados na presença de comorbidades como transtornos depressivos e/ou ansiosos. A medicação pode promover uma discreta melhora da impulsividade e do humor, mas vale destacar que os sintomas estão ligados a fatores subjetivos complexos.

OM – E no caso da cirurgia bariátrica, como se faz essa avaliação?

EP – Quando um paciente é candidato a realizar uma cirurgia bariátrica, ele deve ser avaliado pela equipe multidisciplinar e estar preparado para passar pelas mudanças que esta cirurgia implicará. No caso de obesos que apresentam transtornos alimentares associados à obesidade, quando não trabalhada a compulsão, muitas vezes vão retomar o peso perdido ao longo de alguns anos ou podem desenvolver outras doenças que ocorrem também pela via da impulsividade, tais como jogo patológico, dependência de álcool e drogas, compras compulsivas ou transtornos sexuais. Em todos os casos citados, a falha terapêutica pode ser evitada quando o paciente tem um acompanhamento psicológico. Isso, porque, através desse acompanhamento será privilegiada a maneira como o paciente lida com seus afetos e os associa com sua compulsão. É de extrema importância que o paciente seja abordado por uma equipe multidisciplinar, de maneira que o acompanhamento nutricional e psicológico seja estabelecido. Quando isso não é feito, há a possibilidade que a compulsão desloque para outras áreas e apenas troque de sintoma.

OM – Em sua opinião qual terapêutica pode apresentar uma eficácia nos Transtornos Alimentares?

EP – A imposição de dietas restritivas e controles de comportamento ocorrem com muito esforço por parte do paciente. São condutas que não se mostram efetivas e nem sustentadas por muito tempo, tornando o transtorno de difícil manejo. É importante a pessoa se escutar na relação que estabelece com o alimento, ao que esse sintoma  está vindo responder e à forma como a ansiedade e angústia estão aí presentes. É um convite para uma relação mais prazerosa e responsável com o seu próprio corpo e um caminho para uma mudança de postura.

 

Elisa Padovan Camillo é psiquiatra formada pelo Hospital do Servidor Público Estadual e membro da equipe do Instituto da Psicanálise Lacaniana – IPLA.

Data de publicação: 09/04/2015

 

Fonte: http://psicanaliseeamor.com.br/obesidade-e-transtornos-alimentares/

 

 

 

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Cuidado ao falar mal dos outros: você não será a exceção

“A coisa mais ofensiva que seu pior inimigo pode jogar na sua cara não se compara com o que seus amigos mais íntimos falam sobre você pelas costas.”

Muitos de nós somos confidentes e amigos de pessoas que continuamente falam sobre a vida dos outros, como se algum poder divino tivesse lhes dado essa autoridade. Eles não o fazem de uma maneira que poderíamos chamar de “casual”, mas para eles a hipocrisia é um recurso habitual na comunicação, que os serve indiretamente para reforçar seus valores buscando a cumplicidade do outro no que eles criticam.

Esse reforço funciona pela oposição, se o outro estiver de acordo comigo naquilo que eu também odeio estará no que eu defendo, no que eu considero ser. Assim, esse hábito é típico de mentes inseguras, que com palavras sobre os outros buscam nada mais do que espantar os fantasmas.

Além disso, as pessoas com esse hábito não falam de maneira geral nem aludem a detalhes irrelevantes. Eles dizem intimidades, julgam e narram histórias que foram reveladas por acaso ou descuido, mas que não deixam de pertencer à privacidade de alguém e, portanto, a um lugar em que ninguém deve entrar sem o consentimento do outro.

Como detectar a hipocrisia do nosso meio ambiente

Não é estranho que acreditemos que entre nosso círculo de amigos não há ninguém que nos critique. Se pensássemos de outra forma, não os teríamos como amigos. Com exceções, é claro, porque há aqueles que gostam de masoquismo nesse sentido também. Eles adoram falar sobre eles, mesmo que seja errado e com intenção.

Agora, o normal é que não nos sentimos felizes quando percebemos que alguém nos usa como um saco de pancadas nas costas. Mais se é alguém com quem temos confiança e com quem partilhamos uma certa intimidade. Isso acontece muito em casais, em que um dos dois, para desabafar seus amigos ou amigos, não é incomum em algum momento colocar o outro “a drenar”.

“A coisa mais ofensiva que seu pior inimigo pode jogar na sua cara não se compara com o que seus amigos mais íntimos falam sobre você pelas costas.” -Alfred de Musset-

Considerando isso, assumindo que somos humanos, é categórico demais dizer que todo mundo que fala mal dos outros em algum momento é hipócrita.

Se nenhum de nós tivesse um amigo fiel, apoio sincero para lidar com esses maus momentos, eles seriam duplamente amargos. Portanto, cada um de nós pode comentar algo negativo sobre as pessoas que nos rodeiam com alguém que consideramos digno de nossa confiança.

Dizer a outra pessoa o que nos acontece com os outros não é hipocrisia, poderíamos dizer que ela cumpre uma função vital no ser humano. Mas, obviamente, há certas linhas vermelhas que podem nos dar pistas de que começamos a viver em um ambiente de hipocrisia.

A hipocrisia se revela se você souber distinguir seus detalhes

Qualquer reclamação sobre o comportamento que nos altera dos outros deve passar por uma série de fases. Eles não são regulatórios, mas são éticos. Se alguém faz algo que me enerva ou incomoda, em primeiro lugar, é bom que tentemos resolver esse aspecto com essa pessoa.

Se, em vez de tentar resolver o problema diretamente, começamos a relatar as falhas da pessoa que nos causam desconforto com outras pessoas em nosso ambiente compartilhado; começamos a desenhar as linhas vermelhas do que chamamos de hipocrisia.

Dizer a várias pessoas em seu ambiente o quanto você se sente mal com alguém e depois agir como se nada tivesse acontecido em uma reunião social não resolve a situação. Pelo contrário, você intoxica os outros e a si mesmo.

Isso pode acontecer algumas vezes, mas se isso se tornar o tom geral, pense que você está adquirindo um mau hábito para parar sua frustração. Se você notar esse mau hábito em alguém em seu ambiente, pode ser hora de estar alerta, o que não é para ser defensivo.

Quando a hipocrisia se eleva e se torna o verdadeiro mal

Dissemos que há linhas vermelhas finas para detectar a hipocrisia, que às vezes é sutil e difícil de assumir. No entanto, em outros momentos, começa a ser uma característica tão evidente em outros que já não vale a pena estar alerta. É hora de parar de ser iludido, não importa quanto custa, não importa o quanto dói.

Tanto quanto nos custa acreditar, falar mal dos outros vende. Envolva-se, jogue. Há pessoas que, por causa de seus déficits em habilidades sociais reais, usam conversas referentes à vida de outras pessoas para atrair e obter atenção do restante.

Mentiras completamente elaboradas, rumores infundados, detalhes íntimos contados em uma mesa de bar sem o menor decoro. Já não há linhas vermelhas, os limites já foram confusos: descobrimos que não se trata apenas de hipocrisia. Aquela pessoa que consideramos uma amiga começa a falar sobre outras pessoas em nosso ambiente de uma maneira verdadeiramente prejudicial, sem mostrar o menor grau de arrependimento.

Aquela pessoa que consideramos um amigo, começa a mostrar seu lado sombrio com os outros, mas nos recusamos a pensar que isso pode acontecer conosco. Até percebermos que fala com verdadeira maldade, perante um público atento, uma pessoa que tenha o mesmo relacionamento de confiança que você compartilha com ele. O momento da vigilância passou: afaste-se dessa pessoa.

Viver e cercar-se de pessoas autênticas é a recompensa por não praticar a hipocrisia

Ninguém vai recompensá-lo por tentar se livrar da hipocrisia do seu ambiente. Ninguém vai decorar você com uma medalha por não entrar em um jogo sujo que alguém coloca em uma bandeja de prata. Muito pelo contrário, você corre o risco de perder o contato com certos conhecidos, você será vítima de dúvidas e muitos questionarão sua atitude.

Coloque limites ao relacionamento com pessoas totalmente tóxicas, que não apenas praticam a hipocrisia, mas ferem quando podem e querem é difícil, mas quando essa pessoa faz parte de sua privacidade. Não é por acaso que, no abuso psicológico, aqueles que saem nunca são vencedores.

O mais conveniente nestes casos, para sua própria saúde emocional, é não entrar em um jogo ainda mais sujo: não tente revelar aos outros a hipocrisia do outro, cada um deve ser responsável o suficiente para remover “a venda” com autonomia. e independência. Você já teve o bastante.

No final do dia, viver sem estar rodeado de hipocrisia tem uma recompensa implícita em si: você vai viver mais cercado pelo oposto. Pessoas saudáveis ​​com corações limpos ao seu redor, você terá muito mais espaço para elas. Com o tempo, a raiva desaparecerá e até mesmo um sentimento de compaixão irá dominá-lo. Você terá passado o luto da raiva para alcançar a mais absoluta das indiferenças.

Você aprenderá uma grande lição: devemos ter cuidado com quem fala e prejudica pelas costas dos outros. Logo você poderia se ver com a mesma adaga nas costas, sem saber quem te fez sangrar; mas a experiência é um diploma e você saberá como se virar no tempo para mostrar seu coração com coragem antes do ataque do outro. Pode ser que apenas naquele momento ele esteja ciente da baixeza de suas ações.

FONTE:https://www.psicologiasdobrasil.com.br/cuidado-ao-falar-mal-dos-outros-voce-nao-sera-a-excecao/

 

 

 

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SOBRE A MENTIRA

A capacidade de mentir faz parte do psiquismo humano. A gente sabe que uma criança está se desenvolvendo bem se, em algum momento, sua capacidade de mentir aparece. Não se trata de mentiras sérias, mas de pequenas coisas. A criança diz que já escovou os dentes ou que lavou os cabelos no banho, quando claramente não os fez, por exemplo.

O complexo de édipo é o tempo da vida de cada um onde a gente se aloja na subjetividade de alguém, primeiro, e então, se desaloja. Alienação e separação, em termos lacanianos. Para que o movimento de separação aconteça, é preciso que o Outro ao qual a criança se alienou num primeiro momento, consinta com a sua separação. A mentira pode ser um modo de se separar do Outro, ou, de verificar se se está mesmo separado.
Isso porque vivemos nossas relações primárias de modo a sentirmos nossos pais onipotentes, como se eles lessem os nossos pensamentos, já que cabe a eles a tarefa de “adivinhar” quando estamos com fome, sono, cólica etc, antes da aquisição da linguagem.

Depois, é preciso que a gente não se reduza ao lugar de falo para o Outro. É preciso desocupar o lugar do “sou da mamãe” que os babadores denunciam para o “ser de si mesmo”. Trata-se de tomar posse do próprio corpo.

Assim, espera-se que em algum momento, todo sujeito tenha a capacidade de mentir, que tenha a capacidade de se separar do Outro. Não para que se torne um mentiroso compulsivo ou patológico que causa transtornos na vida alheia (isso é da ordem da perversão e é outra coisa), mas para que saiba que, ali dentro de si, ninguém o encontra. É a garantia dos limites de
um corpo.

Talvez por isso, em alguns relacionamentos amorosos, os envolvidos exigljam que o outro diga a maior verdade possível, na tentativa de eliminar os limites do corpo, de fazer Um com o outro. Mas como disse Lacan, a verdade é não-toda. Há coisas​ que não podem ser ditas porque não há palavras para dizê-las. A linguagem não dá conta de tudo.

Por Ana Suy

 

 

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A velhice não é uma questão de idade, mas de atitude perante a vida

Enquanto pensarmos que a idade é uma limitação, vamos manifestá-la em nossas vidas.

A velhice é, sem dúvida, uma das etapas mais temidas pela maioria, o que significa o fim da vitalidade, o fim da frescura, o fim da própria tomada de decisão e, mais ainda, o pior estágio para se buscar sonhos. Muitos a veem como um período que, em vez da morte precedente, faz parte dela, mas em estado consciente, como se sofresse com deterioração e dependência.

Mas felizmente a realidade pode ser muito diferente, o envelhecimento é algo que devemos agradecer em princípio, nem todos têm o privilégio de passar por esse estágio durante suas vidas, e certamente se pudéssemos perguntar a eles, o que você preferiria, morreria jovem ou envelheceria, a resposta geral seria envelhecer. Não é necessário entrar em contato com aqueles que não estão lá para fazer essa pergunta, o que você prefere, morrer jovem ou envelhecer?

Em particular, gosto da minha vida com as coisas de que gosto e com as quais nem tanto e compreendi que tudo tem o significado que damos. A velhice, apesar de ser nosso último estágio neste plano, não deve ser o que se destaca em nossas vidas, não estamos sujeitos a um número, não queremos aprofundar, não estamos sujeitos a um corpo, que são nossos meios, mas vamos além do que podemos ver, do nosso contêiner e não devemos nos limitar aos pequenos detalhes de tonificação se continuarmos no caminho que queremos seguir.

Enquanto pensarmos que a idade é uma limitação, vamos manifestá-la em nossas vidas. É apenas determinante para coisas específicas, que são governadas por um relógio biológico, mas além disso, podemos encontrar milhões de histórias de demonstrações de que a vida continua muitos, muitos anos depois, e muito diferente das histórias fofas e clássicas dos avós que cuidam de seus netos, muito diferentes das senhoras idosas em lares de idosos e super diferentes histórias de pessoas idosas em hospitais, implorando a atenção de seus afetos, incapazes de cuidar de si mesmas.

Vemos histórias de pessoas que se sentem jovens e fazem com suas vidas o que fariam jovens, se apaixonar, viajar, praticar esportes, investir, conhecer novos lugares, voltar para quem marcou, curtir e viver, com uma consciência diferente e uma maneira de apreciar coisas importantes, o que torna mais fácil estar no tempo presente.

A vida é um presente do começo ao fim … Sim, tem um fim e se esse fim em condições naturais é na velhice, mas isso não significa que nenhum momento antes desse fim deve ser desperdiçado com desculpas, ou escondendo-se sob algumas rugas. A vida é vivida do começo ao fim, da primeira inspiração até a última.

Remova as barreiras de sua mente e seu corpo vai se sentir mais leve, mesmo quando você parar de pensar que a idade é sempre acompanhada de cabelos grisalhos e rugas, mesmo quando você parar de se preocupar com o aspecto físico, ironicamente você será rejuvenescido, prolongando os processos de deterioração natural. Porque você removerá essa crença coletiva de sua mente, ainda melhor para você se você adotar a crença da juventude é um estado mental, que pode ser seu até que você o queira.

Aproveite a sua vida, não tenha medo do que pode acontecer, quando acontecer, vamos ver. Certifique-se de reservar um lugar para si mesmo, tentar não depender de ninguém e espalhar a felicidade em sua vida, nunca é tarde demais. Aprecia a vida, aprecie e, se você ficar mais velho, seja grato por ter conseguido chegar lá.

 

 

FONTE:https://www.psicologiasdobrasil.com.br/a-velhice-nao-e-uma-questao-de-idade-mas-de-atitude-perante-a-vida/

 

 

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12 Leis Da Gratidão Pouco Conhecidas (Que Vão Mudar Sua Vida)

A gratidão leva à grandeza. Ela pode literalmente transformar o que você tem em mais do que suficiente, empregos em alegria, caos em ordem, incerteza em clareza e trazer paz a um dia difícil e caótico.

“Ande como se estivesse beijando a Terra com os pés.”
– Thich Nhất Hạnh

Reconhecer as coisas boas que você já tem em sua vida é essencial, porque tudo o que você aprecia, e dá graças a ela, crescerá mais forte em sua vida.

Na pressa de nossas vidas ocupadas, negligenciamos muitas das leis básicas da gratidão e, portanto, perdemos inteiramente seus efeitos positivos. Então aqui está uma boa atualização, para todos nós:

  1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato
  • Seja grato pelo que você tem, e vai acabar tendo mais.
  • Foque sobre o que você não tem, e nunca terá o suficiente.
  1. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz
  • É quase impossível apreciar um momento sinceramente e olhar severamente ao mesmo tempo.
  • Ser feliz agora não significa que você não deseja mais, significa que você é grato pelo que tem e paciente para o que ainda está por vir.
  1. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”
  • Não faz sentido condenar ou lamentar uma lição de vida importante.
  • Gratidão traz um sentido para o ontem, paz para o presente, e cria uma visão positiva para o amanhã.
  1. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento
  • Tem sido dito que a mais elevada forma de oração é dar graças. Em vez de orar “para” as coisas, dê graças por aquilo que você já tem.
  • Quando a vida lhe dá toda a razão de ser negativo, pense em uma boa razão para ser positivo. Há sempre algo pelo qual ser grato.
  1. A gratidão inclui tudo
  • Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.
  • Porque todas as coisas têm contribuído para o seu avanço, você deve incluir todas as coisas em sua gratidão. Isto é especialmente verdadeiro em seus relacionamentos. Nós nos encontramos com pessoas comuns em nossas vidas; mas se você lhes der uma chance, todas elas têm algo importante para lhe ensinar.
  1. O que você tem para ser grato no presente, muda
  • Seja grato por tudo que você tem agora, porque nunca sabe o que acontecerá em seguida.
  • O que você tem acabará por ser o que você tinha.
  • A vida muda a cada dia, e suas bênçãos irão gradualmente mudar junto com ela
  1. A mente grata nunca toma coisas como garantidas
  • O que separa privilégio de benefício é a gratidão.
  • A circunstância (ou pessoa) que você toma por garantida hoje pode vir a ser a única da qual você precise amanhã.
  1. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente
  • O que mais importa não é o que você diz, mas como você vive.
  • Não basta dizer que, mostre. Não basta prometer, prove.
  1. Gratidão inclui retribuição
  • Na agitação da vida cotidiana, quase não percebemos que recebemos muito mais do que damos, e a vida não pode ser rica sem essa gratidão.
  • É tão fácil superestimar a importância de nossas próprias conquistas em comparação com o que temos com o auxílio de outros.
  1. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão
  • Só porque alguma coisa não durou para sempre, não significa que não foi o maior presente que se possa imaginar.
  • Seja grato porque seus caminhos se cruzaram e por ter tido a oportunidade de experimentar algo maravilhoso.
  1. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente
  • Conte as bênçãos em sua vida, e comece com a respiração você está realizando agora.
  • Muitas vezes esquecemos que o maior milagre não é andar sobre a água; o maior milagre é caminhar sobre a terra verde, habitando profundamente no momento presente, apreciando-o e sentindo-se completamente vivo.
  1. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão
  • Às vezes, investimos muita força para tentarmos controlar cada aspecto de nossas vidas que completamente nos perdemos no caminho.
  • Aprenda a deixar ir, relaxar um pouco e pegar o caminho que a vida leva até você às vezes.
  • Tente algo novo, seja destemido, mas acima de tudo, faça o seu melhor e fique bem com isso. Abandonar expectativas desnecessárias permite que você realmente experimente o inesperado. E as maiores alegrias na vida são muitas vezes as surpresas inesperadas e oportunidades que você nunca preveu.
  • Pelo o que você é grato hoje? Como a gratidão afeta a sua vida? Deixe um comentário abaixo e compartilhe seus pensamentos!

Texto de Marc and Angel, traduzido pela equipe do Portal Raízes

Fonte: https://www.portalraizes.com/12-leis-da-gratidao/

 

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